Instituto

Roger Castagno

O Instituto Roger Castagno (IRC) foi criado a partir da concepção moderna de
tansversalidade entre o trabalho médico diário e atividades científico-culturais.

Quem somos

O Instituto Roger Castagno (IRC), em Pelotas, leva o nome do Prof. Dr. Roger Lahorgue Castagno, médico oftalmologista e otorrinolaringologista, em reconhecimento à sua trajetória profissional dedicada ao atendimento de pacientes da região sul do Rio Grande do Sul e ao ensino médico nas faculdades de Medicina de Pelotas.

Preservando essa história e tradição familiar, o Instituto mantém atualmente suas atividades voltadas exclusivamente à Oftalmologia, sob responsabilidade do Dr. Victor Delpizzo Castagno, oferecendo atendimento clínico e cirúrgico, com valorização do conhecimento científico e da relação médico-paciente.

Quatro décadas de dedicação ao atendimento de
pacientes de toda a zona sul

Dr. Victor Delpizzo Castagno

O Dr. Victor Delpizzo Castagno, responsável pelo Instituto Roger Castagno, dedica-se à assistência oftalmológica clínica e cirúrgica, com atendimento individualizado e valorização da relação médico-paciente.
Sua atuação no consultório compreende a avaliação da saúde ocular, a prevenção, o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento das doenças oculares, bem como a correção das alterações visuais. Na área cirúrgica, atua com ênfase em catarata.
O atendimento associa conhecimento médico, recursos diagnósticos e acompanhamento individualizado, fundamentados em critérios científicos e nas necessidades de cada paciente.

Serviços

Consulta oftalmológica:
 Avaliação clínica da saúde ocular, incluindo, conforme a indicação, refração, biomicroscopia ocular, tonometria e exame do fundo de olho. Destina-se à prevenção, ao diagnóstico, ao tratamento e ao acompanhamento das doenças oculares.

Refração e avaliação da função visual:
Investigação e correção dos erros refrativos, como miopia, hipermetropia e astigmatismo, além da avaliação da presbiopia. Inclui, quando indicado, a investigação das funções e disfunções acomodativas e binoculares, bem como testes de estereopsia (percepção de profundidade).

Gonioscopia:
Avaliação do ângulo da câmara anterior, especialmente importante na investigação e classificação do glaucoma.

Avaliação oftalmológica infantil:
Investigação do desenvolvimento visual, dos erros refrativos e de outras alterações oculares na infância.

Biometria ultrassônica:
Medida do comprimento axial do olho, utilizada na avaliação e no acompanhamento da progressão da miopia, especialmente em crianças e adolescentes, auxiliando nas decisões sobre seu controle e tratamento.

Paquimetria ultrassônica:
Medida da espessura corneana, importante na avaliação de doenças da córnea e na interpretação da pressão intraocular.

Avaliação pré-operatória de catarata:
Exame oftalmológico para determinar a indicação cirúrgica, avaliar as condições oculares e realizar o planejamento da cirurgia.

Cirurgia de catarata:
Tratamento cirúrgico por facoemulsificação, com remoção do cristalino opacificado e implante de lente intraocular.
Acompanhamento pós-operatório de catarata: Avaliação da recuperação visual, das condições oculares e da evolução clínica após a cirurgia.

Convênios

FAQ

Perguntas frequentes

Com que frequência devo ir ao oftalmologista?

Para adultos com visão saudável, a recomendação geral é uma consulta anual de rotina. Crianças, idosos ou pacientes com condições pré-existentes (como diabetes, glaucoma ou pressão alta) podem precisar de acompanhamento em intervalos menores, conforme orientação médica.

O que devo levar na minha primeira consulta?

Traga um documento oficial com foto, a carteira do plano de saúde (se aplicável), seus óculos ou lentes de contato atuais e uma lista de medicamentos de uso contínuo ou exames anteriores relacionados aos olhos.

A consulta inclui a receita para óculos novos?

Sim, o exame de refração (para avaliar miopia, astigmatismo, hipermetropia e presbiopia) faz parte da consulta de rotina, assim como a medição da pressão intraocular e a avaliação das estruturas externas e internas do olho.

Vou precisar dilatar a pupila?

Nem sempre, mas é muito comum em primeiras consultas, exames de fundo de olho e na avaliação de crianças. A dilatação permite que o médico examine detalhadamente a retina e o nervo óptico.

Posso dirigir após a dilatação da pupila?

Não é recomendável. A dilatação causa visão embaçada para perto e grande sensibilidade à luz (fotofobia), durando de 4 a 6 horas. O ideal é vir acompanhado ou utilizar transporte por aplicativo/público, além de trazer óculos de sol.

Quais exames são realizados no próprio consultório?

Realizamos exames como tonometria (pressão do olho), mapeamento de retina, topografia de córnea, OCT (Tomografia de Coerência Óptica), entre outros. (Ajuste conforme os equipamentos do seu consultório).

Qual a diferença entre consulta oftalmológica e adaptação de lentes de contato?

A consulta médica avalia a saúde geral dos olhos. A adaptação de lentes de contato é um procedimento complementar que envolve testes de curvatura do olho, escolha do tipo ideal de lente, orientações de higiene e consultas de retorno para garantir a adaptação segura.

Como sei se sou candidato à cirurgia refrativa (a laser)?

É necessária uma avaliação minuciosa com exames específicos para analisar a espessura e curvatura da córnea, a estabilidade do grau e a saúde geral ocular. Geralmente, é indicada para maiores de 21 anos com grau estável há pelo menos um ano.

O que é catarata e como é o tratamento?

A catarata é a opacificação do cristalino (a lente natural do olho), comum com o avanço da idade. O único tratamento definitivo é a cirurgia, um procedimento seguro e rápido onde a lente opaca é substituída por uma lente intraocular artificial.

Estou com o olho vermelho ou com secreção, o que fazer?

Olhos vermelhos podem indicar desde uma simples irritação até conjuntivite ou inflamações mais graves. Evite automedicação (especialmente colírios com corticoides) e agende uma avaliação profissional.

O que é considerado uma urgência oftalmológica?

Procure atendimento imediato em caso de:

  • Perda súbita da visão.

  • Flashes de luz frequentes ou manchas escuras (“cortina”) na visão.

  • Dor ocular intensa acompanhada de náuseas ou dor de cabeça.

  • Trauma, queimadura química ou corpo estranho no olho.